Avon Natal - Celebrando sua noite feliz

Exibindo tag: tradição

21

nov

2011

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No site Amigo Secreto Digital, é possível criar grupos, convidar os amigos e escolher qual presente deseja ganhar

Amigo Secreto Digital

Com a proximidade do Natal, começam a acontecer os tradicionais sorteios de amigo oculto. A festa, na qual os presentes são trocados após um misterioso sorteio entre amigos, faz sucesso há muito tempo.

Para facilitar na organização do evento, a Avon criou a ferramenta Amigo Secreto Digital. O serviço gratuito, permite que os visitantes criem grupos, convidem os amigos, escolham os presentes que desejam ganhar e realizem o sorteio sem complicações.

Os grupos podem ser personalizados com um nome, foto e a faixa de preço dos presentes que serão trocados. O mais legal? Não há limite de participantes e você pode chamar quantos amigos quiser.

Para participar, basta se cadastrar ou realizar o login utilizando o perfil do Facebook ou conta Google.

Através do site, os participantes podem indicar quais presentes gostariam de ganhar. Sendo possível marcar os estojos de Natal Avon e adicionar links de produtos em qualquer loja virtual. Assim, vai ser difícil não ganhar aquele presente que é a sua cara, não é mesmo?

Para manter o clima de diversão, os participantes de um grupo podem trocar mensagens públicas e anônimas. Desta forma, é possível definir os detalhes para a festa da troca de presentes, assim como testar a curiosidade do seu amigo secreto.

Acesse o site e começa já a organizar o seu amigo secreto com a galera: www.amigosecretodigital.com.br

20

out

2011

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A tradição do presépio começou no século XIII, na região da Úmbria. Com a permissão do Papa, São Francisco de Assis montou um presépio de palha que representava o ambiente do nascimento de Jesus, com pessoas e animais reais. Neste cenário foi celebrada a missa de Natal. O sucesso foi tanto que rapidamente se estendeu por toda a Itália. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição também em muitos outros países, como Espanha, França, Alemanha, Estados Unidos e toda a América Latina.

20

out

2011

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Em Patras, cidade onde nasceu São Nicolau, havia três irmãs cujo pai estava arruinado e, por isso, elas não tinham dote para se casar. Segundo o costume da época, o pai decidiu então vendê-las à medida que chegava a idade de casá-las.

Quando a primeira filha ia ser vendida, São Nicolau ficou sabendo do que acontecia e, na calada da noite, aproximou-se às escondidas da janela da cozinha da casa. Ao ver uma meia pendurada secar junto à lareira, jogou dentro dela uma bolsa cheia de moedas de ouro. Fez, então, a mesma coisa com a segunda irmã. O pai, admirado, quis descobrir o que estava acontecendo e, quando chegou a vez da terceira irmã, ficou espiando durante toda a noite. Dessa maneira, reconheceu o bispo Nicolau e contou a todo o mundo a sua generosidade. Foi esta lenda que deu origem à sua fama de distribuidor de presentes e consagrou as meias como o lugar de recebê-los.

20

out

2011

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O panetone é um dos símbolos mais presentes na época de Natal. Ele surgiu na cidade de Milão, na Itália, mas não se sabe exatamente quem o inventou. A história mais famosa diz que um jovem milanês chamado Ughetto, membro da nobreza, se apaixonou por Adalgisa, a bela filha do padeiro Toni. Para se aproximar de sua amada, o rapaz disfarçou-se de ajudante de padeiro e, após alguns dias de trabalho, inventou um maravilhoso pão naturalmente fermentado e com frutas, extremamente delicado e de sabor especial. Ughetto presenteou Toni com o pão e logo a invenção fez muito sucesso, passando a ser conhecida como “o pão da padaria do Toni”, depois “pão do Toni” e, com o tempo, simplesmente “Panetone”. O padeiro acabou ficando rico com a novidade e permitindo o casamento entre sua filha e o nobre.

No Brasil, a tradição surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo pão consumido por eles na época de Natal.

20

out

2011

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A árvore de Natal surgiu cerca de um ou dois milênios antes de Cristo. Naquela época, os povos que estavam se espalhando pela Europa e Ásia consideravam as árvores a expressão das forças fecundantes da natureza. Inicialmente, o carvalho era considerado a árvore-rei. No inverno, ele perdia suas folhas, e os galhos eram cobertos de enfeites para compensar esta perda.

Segundo uma lenda do século VIII, quando um carvalho sagrado venerado pelos pagãos caiu sobre um abeto que, apesar do golpe, ficou de pé, este foi proclamado a “Árvore do Menino Jesus”. Sua forma triangular fora adotada como o símbolo da Santíssima Trindade.

A atual árvore de Natal apareceu na Alemanha, no século XVI. No século XIX, em 1837, a esposa alemã do duque de Orleans introduziu este costume na França. Ainda no século XIX, a tradição chegou à Inglaterra e a Porto Rico. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugurou uma árvore iluminada em uma das praças centrais da cidade, algo que acabou se espalhando pelo mundo – inclusive em países não-cristãos. No século XX, tornou-se tradição na Espanha e na maioria da América Latina.

No Rio de Janeiro existe a tradição de se montar uma árvore flutuante na Lagoa Rodrigo de Freitas.